Nossa proposta é a de uma arquitetura aberta e acolhedora, que reforça o caráter democrático da instituição ao criar um espaço verdadeiramente público — acessível, simbólico e de convivência.
Três edifícios interligados por pontes sobre um espelho d’água conformam uma praça central, onde o cidadão é convidado a participar e se reconhecer como parte ativa do espaço. Essa configuração equilibra transparência e segurança, separando fluxos públicos e administrativos de forma clara e eficiente.
O espelho d’água remete à geografia de Foz do Iguaçu, cidade contornada por rios e pontes, enquanto uma segunda pele em elementos cerâmicos garante conforto térmico, ventilação natural e unidade visual.
Com materiais simples — concreto e cerâmica —, o conjunto expressa austeridade e permanência, sem perder a escala humana e o acolhimento.